DEFINIÇÃO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – Segundo o IBGC

“Sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas; as boas práticas de governança corporativa convertem princípios básicos em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor econômico de longo prazo da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para a qualidade da gestão da organização, sua longevidade e o bem comum.”

PRINCÍPIOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA – Segundo o IBGC

TRANSPARÊNCIA

Ir além da obrigação de informar, com o desejo real de compartilhar tudo que impacta a criação de valor.

EQUIDADE

Tratamento justo e igualitário a todas as partes interessadas.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

(accountability) Responsabilidade pelos atos praticados no exercício da liderança.

RESPONSABILIDADE CORPORATIVA

Sustentabilidade e visão de longo prazo, com consideração social e ambiental.

GATILHOS PARA O INÍCIO DE UMA GOVERNANÇA – Segundo o CELINT

Alguns gatilhos para a adoção de práticas de governança em empresas familiares geralmente não ocorrem por formalidade, mas por necessidade. Certos momentos da trajetória empresarial funcionam como sinais claros de que é hora de estruturar processos, ampliar a visão estratégica e envolver outros níveis de aconselhamento. Esses marcos, chamados de gatilhos de governança, revelam a urgência de alinhar interesses, fortalecer a tomada de decisão e garantir a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Entre os mais comuns, destacam-se:

OS TRÊS CÍRCULOS DA EMPRESA FAMILIAR – Segundo JOHN DAVIS

Compreender a dinâmica das empresas familiares exige mais do que olhar para seus resultados. É preciso considerar as relações entre os sócios, os vínculos familiares e a estrutura de gestão. O modelo dos três círculos de John Davis é amplamente reconhecido por ilustrar essas interações e orientar a construção de uma governança mais equilibrada e eficaz. A partir dessa estrutura, é possível estabelecer conselhos específicos que atendam às necessidades de cada esfera: família, propriedade e empresa.

CONSELHO DE FAMÍLIA

CONSELHO DE SÓCIOS

CONSELHO CONSULTIVO

SOBRE O CONSELHO CONSULTIVO – Segundo o CELINT

O Conselho Consultivo é um instrumento essencial da Governança Corporativa, voltado à promoção do bom funcionamento das organizações familiares. Atua com foco na sustentabilidade do negócio, na sua perenidade e na geração de valor para todas as partes interessadas — sócios, gestores, colaboradores e comunidade. Formado por profissionais independentes, com experiência reconhecida e multidisciplinar, o conselho oferece uma visão estratégica externa, baseada na diversidade de conhecimento, imparcialidade e compromisso genuíno com o sucesso da empresa. Seu papel é provocar, orientar e acompanhar os principais temas estratégicos do negócio, com foco no longo prazo, na organização e na geração de resultados consistentes. O Conselho Consultivo não interfere na gestão, mas atua como guardião do direcionamento estratégico e da boa governança.

O QUE FAZ UM CONSELHO CONSULTIVO – Segundo o CELINT

Ao ser implementado de forma estruturada, o Conselho Consultivo torna-se um pilar fundamental no fortalecimento da governança e na orientação estratégica da empresa. Sua atuação é marcada pela independência, pela diversidade de experiências e pela capacidade de ampliar o olhar da organização para além das demandas operacionais do dia a dia. Com foco no longo prazo e na sustentabilidade do negócio, o conselho contribui ativamente para decisões mais qualificadas, alinhadas aos valores da empresa e aos desafios de um mercado em constante transformação.

Atua como fomentador e controlador do processo estratégico

Analisa os grandes temas que impactam o negócio a longo prazo

Provoca reflexões e decisões mais qualificadas

Suporta os gestores sem interferir diretamente na execução

Contribui para a estruturação da governança e da sucessão

Garante diversidade de visões e neutralidade nas discussões sensíveis

11 MANDAMENTOS DO CONSELHEIRO CONSULTIVO – Segundo o CELINT

O papel do conselheiro consultivo exige mais do que conhecimento técnico — requer postura, ética, equilíbrio e clareza sobre seus limites e responsabilidades. Diferentemente de um gestor, o conselheiro atua pela influência, e não pela autoridade formal. Por isso, sua efetividade está diretamente ligada à forma como conduz conversas estratégicas, desafia ideias com respeito e contribui para o fortalecimento da governança sem invadir o território da gestão. A seguir, os princípios que norteiam essa atuação:

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Se a sua organização varejista busca um conselho consultivo mais estratégico, com atuação prática, linguagem clara e profundo entendimento dos desafios do varejo familiar, estou à disposição para contribuir com experiência, método e compromisso com o futuro do seu negócio.